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Fiquem tranquilas, aqui a gula não é pecado.... Vamos ter curiosidades, dicas, receitas faceis, cometários e muito mais. Este espaço é fantástico... Então mãos á massa e experimente as delicias desse blog. Bom apetite....

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Idéias uteis

    Descasque os morangos usando um canudo.

   Guarde maçãs cortadas, prendendo-as com um elástico.

   Crie uma transportadora de bolinhos fazendo cruzes
   numa tampa de caixa de papelão.

  Asse bolos diretamente nas casquinhas de sorvete, assim será
  muito mais divertido e mais fácil para as crianças comerem.

   Suas pipocas de microondas em um simples saco de papel.
   Muito mais saudável e mais barato.

Coloque sua forma de bolos de cabeça para baixo 
para fazer a massa de cookies.Depois de prontos, 
você tem cookies para frutas ou sorvetes.

   Criar um jardim vegetariano usando calhas fixadas em paredes.







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Ovos


clara do ovo é riquíssima em albumina, uma proteína encontrada no mercado sendo uma das mais completas que existe. A porção branca do ovo(clara) é matéria de primeira para reparar os músculos e prolonga a saciedade por ser uma proteína de longa absorção.
O que muitos cientistas de hoje descobriram é que todos nós devemos incluir os ovos no seu café da manha, para fortalecer a refeição. E para os praticantes de musculação antes de dormir para ajuda ao corpo não catabolizar, ou seja, perde massa muscular. Totalmente funcional para qualquer pessoa que deseja ter uma boa saúde.
A clara do ovo segundo estudos tem o poder de saciedade, prolonga a fome ou seja, ajudando na perda de quilos. A albumina encontrada em abundância na clara do ovo é uma proteína de primeira, pois e nela que se encontra todos aminoácidos essenciais para o funcionamento do corpo humano.”Alguns deles participam de forma neurotransmissores”.
É uma proteína de extrema importância na regulação da saciedade e para completar ela possui 88% de água em sua composição ajudando a ativar o aumento da formação de gases no intestino. Esse é o único maléfico da clara, se consumida em excesso pode causar um estofamento do estômago o famoso estômago dilatado, pelo excesso de gases. Por isso muitos associam a albumina com engordar.
Uma das funções mais conhecidas da albumina é reforçar a musculatura. Dentro do estômago a albumina é quebrada em várias partículas de aminoácidos, que ficam a disposição para reconstruir ou construir qualquer célula do corpo.
Para os praticantes de musculação que vão precisar em cheia desse processo de restauração muscular feito pela albumina é feita uma média de oito claras por dia para pessoas que praticam atividade física intensa ou moderada. Portanto é um dos suplementos básicos para atletas.
O suplemento albumina é obtido por meio da desidratação da clara: 25 delas corresponde a 100g do pó. A recomendação indicada é 1g por quilo de peso. Mesmo que a pessoa não pratique atividade física pode incluir em sua dieta contando que em menor quantidade. O resultado obtido é o mesmo com a clara do ovo. O grande uso da proteína pode causar vários fatores de risco entre eles: problemas nos rins, fígado, órgão onde a albumina é quebrada em forma de aminoácidos.


fonte: Bruno Azevedo

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Azeite contra a osteoporose (óleo de oliva!)


Guarde bem este nome: oleuropeína. A substância, encontrada no azeite de oliva extravirgem, é a nova arma da nutrição para evitar e combater a osteoporose, doença que acelera a perda de massa óssea.
O cálcio que se cuide, porque seu posto solitário de melhor companheiro do esqueleto anda ameaçado. Calma, o mineral não vai perder seu lugar de destaque como protetor dos ossos — muito longe disso. A questão é que a ciência descobre fortes concorrentes para dividir com ele essa prestigiada posição. É o caso da oleuropeína, presente no azeite de oliva. Um estudo da Universidade de Córdoba, na Espanha, revela que esse tipo de polifenol aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam osso novinho em folha. Consumi-la , portanto, traria imensas vantagens para manter o arcabouço do corpo em pé ao longo da vida.
“O tecido ósseo é dinâmico, destruído e construído constantemente”, explica o geriatra Rodrigo Buksman, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, em Brasília. Os osteoblastos ajudam justamente a realizar a reconstrução. É como se fossem a massa corrida colocada na parede para tapar os furos que aparecem com o tempo. Sem essas células, os buracos ficam maiores, os ossos se enfraquecem e cresce o risco de fraturas. O envelhecimento e a menopausa provocam uma queda na concentração de osteoblastos no organismo. Daí a importância da reposição desses construtores, que recebem um belo reforço com a inclusão do azeite de oliva extravirgem no dia a dia, a melhor fonte de oleuropeína. “Aos 30 anos nosso corpo atinge a quantidade máxima de massa óssea e, a partir daí, começa a perdê-la”, nota o ortopedista Gerson Bauer, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Por isso é que se diz que a prevenção da osteoporose se inicia muito antes da maturidade. “Essa doença se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea, o que torna os ossos mais frágeis e propensos às fraturas”, arremata a nutricionista Clarisse Zanette, mestre em ciências médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Com o azeite, no mínimo, esse processo destrutivo demora mais tempo para ocorrer. E, se alguém quiser substituir sua fonte de oleuropeína de vez em quando, saiba que existe mais uma opção. “A substância também é fornecida pela azeitona, de onde o óleo é extraído”, diz Clarisse.
Não são apenas os ossos que se deliciam quando saboreamos um prato regado a azeite. O coração também se beneficia, porque suas veias e artérias ficam livres de entraves. “A gordura monoinsaturada, principal constituinte do óleo, interfere nos receptores do fígado que captam o colesterol circulante”, explica o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo. “Assim, há uma redução nas taxas da sua versão ruim, bem como de sua quantidade total.” Já os compostos fenólicos do azeite diminuem a oxidação do colesterol, processo crucial para a formação das placas que obstruem as artérias e causam as doenças cardiovasculares. “Esse poder se deve à sua intensa atividade antioxidante”, justifica a cardiologista Paula Spirito, do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro. “Esses compostos impedem que os radicais livres — moléculas que provocam danos às células — oxidem o colesterol e contribuam com o aparecimento de placas nos vasos.” A circunferência abdominal é outra que agradece o consumo do azeite. É que o alimento ajuda a evitar a inflamação de uma área do cérebro chamada hipotálamo. A inflamação é provocada por dietas ricas em gorduras saturadas, presentes nas carnes e nos produtos de origem animal. Como o hipotálamo é o órgão responsável pelo controle da fome e do gasto energético, não é um exagero dizer que o óleo de oliva auxilia a manter a harmonia na massa cinzenta e, assim, a afastar os quilos a mais. Além disso, ele acelera a produção de um hormônio chamado GLP 1, que age no cérebro aumentando a saciedade e reduzindo o apetite.
 A oleuropeína — voltamos a falar dela — tem participação no pelotão antiinflamatório. “Esse polifenol tem propriedades antioxidantes significativas, inibe a agregação de plaquetas e reduz a formação de moléculas inflamatórias em todo o corpo”, afirma a nutricionista Mércia Mattos, da Faculdade de Medicina de Marília, no interior paulista. Tantas propriedades se refletiriam em um menor risco de uma porção de males, entre eles infartos e derrames. Por falar em proteção, vale destacar, ainda, que esse antioxidante também resguarda as mitocôndrias, estruturas dentro das células responsáveis pela obtenção de energia — dessa forma, fica mais difícil uma célula se aposentar antes da hora.
Quando regamos o prato com azeite extravirgem, porém, não ganhamos apenas boas doses de oleuropeína. O tempero é uma ótima fonte de vitamina E. “Esse nutriente retarda o envelhecimento das células, diminuindo o risco de tumores e doenças do coração”, aponta a nutricionista Soraia Abuchaim, do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio Grande do Sul. O melhor é que, para desfrutar de tudo isso, bastam 2 colheres por dia. Mas tem que ser do tipo extravirgem, que concentra maiores teores da substância. De preferência, use-o em saladas e ao finalizar pratos quentes — o azeite não gosta de calor e, se for lançado ao fogo, perde grande parte de suas qualidades. E só o sabor, nesse caso, não basta, certo?
Fonte: Dra. Maria Dora Ruiz Temoche

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Alimentos que ajudam a prevenir a anemia


A anemia ferropriva é uma deficiência na produção dos glóbulos vermelhos e, ainda, na quantidade de hemoglobina contida neles. As conseqüências podem ser limitação na troca de oxigênio e gás carbônico entre as células do nosso corpo. Alguns sintomas da anemia são: cansaço e fadiga, baixo desempenho das suas atividades, dificuldade de concentração, tontura, fraqueza, perda de apetite, palidez no interior dos olhos e lábios.
A doença pode ser desenvolvida devido a várias causas, primeiramente, pela baixa ingestão de alimentos ricos em nutrientes que auxiliam  na produção dos glóbulos vermelhos e da hemoglobina. Estas substâncias do nosso corpo carregam ferro, vitamina B12 e ácido fólico. A perda excessiva de sangue na menstruação também pode gerar o problema, assim como a ausência desses nutrientes nas fases de desenvolvimento, durante a infância e adolescência, e também no período da gestação e amamentação.

A principal coisa a se fazer para prevenir a anemia, é manter uma dieta rica em alimentos que sejam enriquecidos  ou fortificados com ferro. Alguns desses alimentos são: carne vermelha, peixe, feijão, soja, gema de ovo, lentilha, frango, espinafre, grão-de-bico, brócolis, couve e outros vegetais que contenham folha verde escura. Tomate sem sementes, frutas cítricas ricas em vitamina C também são importantes. Evite chá e café durantes as refeições.
Para identificar se você está ou não com anemia, realize um exame de sangue. Se for detectada a deficiência, um médico deverá receitar um sulfato ferroso adequado ao seu caso.

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Dieta do coco


DIETA DO COCO:
A GORDURA QUE EMAGRECE
            A revista PENSE LEVE de 15/01/2008 mostrou uma ótima matéria sobre os benefícios do óleo de coco extra virgem no processo de emagrecimento.

O QUE É O ÓLEO DE COCO EXTRA VIRGEM?

óleo de coco extra virgem é um produto natural de origem vegetal da espécie Cocos Nucifera. É prensado a frio, não é submetido ao processo de refinamento e desodorização, sendo extraído a partir do leite de coco por processos físicos, passando pelas etapas de prensagem e filtração.
É um alimento complementar com inúmeras propriedades benéficas para a saúde, proporcionando fortalecimento do sistema imunológico, facilitando a digestão e a absorção de nutrientes. Quando submetido a altas temperaturas, o óleo de coco extra virgem não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável. É também considerado o mais saudável para cozinhar, não apresentando gordura trans gerada pelo processo de hidrogenação, que está presente em todos os óleos de origem vegetal, como os de soja, canola, milho e até o de oliva, que é considerado o óleo mais saudável.

São encontradas diversas substâncias no óleo de coco, entre elas os ácidos graxos essenciais e o glicerol, que é importante para o organismo – com ele o corpo produz ácidos graxos saturados e insaturados de acordo com suas necessidades. O óleo de coco extravirgem apresenta um alto índice de ácido láurico, mirístico e caprílico, entre outros. Segundo a Dra. Mary Enig, especialista em gorduras, o ácido láurico é um ácido graxo de cadeia média, que é transformado em monolaurina no corpo humano. A monolaurina é antiviral, antibacteriana e destrói vírus revestidos de lipídeos e diferentes bactérias patogênicas, incluindo a Helicobacter Pylori.
O óleo de coco extra virgem não é um medicamento, e sim um alimento complementar coadjuvante na prevenção de diversas doenças. Por isso, deve ser consumido diariamente para que o organismo obtenha uma reserva de ácidos graxos, presentes no óleo de coco.
Segundo Dr. Bruce Fife, autor do livro The Coconut Oil Miracle, devem ser ingeridas de três a quatro colheres de sopa por dia. Mas, nas primeiras semanas, aconselhamos tomar uma colher de sopa antes do café da manhã, para que o organismo se adapte.
Febre nos Estados Unidos e na Inglaterra, a dieta do coco prome­te ser a grande vedete neste verão brasileiro. Alardeada como a sucessora das famosas dietas do Dr. Atkins e da South Beach, ela promete queimar até 5 quilos em três semanas. Isso porque o óleo da fruta seria capaz de estimular o metabolismo do organismo, gerando, assim, uma maior queima calórica, e ainda evitar o depósito de gor­dura no tecido, convertendo-a em energia. Beldades como Elizabeth Hurley e Kate Winslet garantem que estão conseguindo manter o cor­pinho enxuto graças à essa dieta. Usar a gordura de coco no preparo de alimentos não é novidade entre os brasileiros. Na época de nossas avós, ela já era muito utilizada com o nome de carioca. Com o tempo foi substituída pêlos óleos vegetais como os de soja, milho e algodão, em nome da nossa saúde. Acreditava-se que o óleo de coco, por ser gorduroso, era prejudicial à saúde. Mal se podia imaginar, que esse óleo antigo seria redimido e trazido de volta às mesas brasileiras.

A GORDURA QUE EMAGRECE

A dieta, em si, não difere muito das outras. A pessoa precisa ape­nas diminuir o consumo de carboidrato e incluir o óleo de coco na die­ta. "São três colheres da gordura ao dia — pura, derretida no preparo dos alimentos, no café-da-manhã (passada no pão). Fica a critério do paciente como ele vai usá-la, mas já é o suficiente para ele sentir os efeitos no organismo", diz o cardiologista e nutrólogo Sérgio Puppin, que está prestes a lançar o livro Coco, a gordura que salva-vidas, esti­mulado pelo sucesso internacional do livro The Coconuí Diet, da ame­ricana Cherie Calbom, que nem chegou às livrarias e já é considerado um best-seller mundial.

MAIS UMA
Se é mais uma dieta da moda, nós não sabemos. Isso só o tempo dirá. Com muitos adeptos e outros tantos críticos, o fato é que hoje já se sabe que o óleo de coco possui inúmeras vantagens nutricionais e que seu uso pode, sim, fazer bem à saúde."Ele melhora o sistema imunológico aumentando todas as defesas do organismo", explica nutricionista Bia Rique, membro da equipe do cirurgião Ivo Pitanguy e representante oficial no Brasil da American Overseas Dietetic Association. Quem usa garante que seus benefícios são recompensadores. Além de auxiliar na perda de peso, tem potente ação imunológica, cura dermatites, reduz o colesterol e por aí vai. Isso porque o óleo extravirgem é retirado a frio do coco e consegue reproduzir natural­mente o ácido láurico, aquele encontrado no leite materno (o famoso colostro, que mata vermes, bactérias e combate as infecções). Outra vantagem é o seu armazenamento. O óleo de coco não fica rançoso e pode durar até três anos em condições estáveis. Insípido, inodoro, incolor e resistente à oxidação, um grama do produto fornece apro­ximadamente 5 kcal. Isso o torna muito mais prático para o uso culi­nário.

COCO
Sabe aquele coco seco, que está à venda no supermercado? Pois é, amassado com uma colher de ÓLEO DE COCO EXTRA VIRGEM é ótimo para quem quer emagrecer. “O coco estimula a tireóide e tem muitas fibras,  é o  que melhora o funcionamento do intestino”, conta Tamara. Com gordura de boa qualidade, a fruta dá saciedade sem prejudicar o coração e é riquíssima em vitaminas, minerais e aminoácidos. Divida o coco em oito partes, guarde na geladeira e coma uma parte por dia.

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS

Porção de 13 ml (1 colher de sopa)
Quantidade por porção
%VD(*)
Valor energético
110 kcal = 462 kJ
6
Carboidratos
0g
0
Proteínas
0g
0
Gorduras Totais
12 g
22
Gorduras Saturadas
11,2 g
51
Gorduras Trans
0 g
0
Gorduras Monoinsaturadas
0,7g
**
Gorduras Poliinsaturadas
0,2 mg
**
Colesterol
0 mg
0
Fibra Alimentar
0 mg
0
Sódio
0 mg
0

OS BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE COCO
O coco é um alimento subestimado na alimentação moderna. Trata-se primariamente de um alimento funcional. Alimentos funcionais são aqueles que promovem benefícios à saúde que vão além da simples função nutritiva. É exatamente o que o coco e seus produtos (coco desidratado e óleo de coco) são.
Como alimentos funcionais, eles provêem energia e matéria-prima para a construção de ácidos graxos que possuem ação antimicrobiana no organismo humano. Aproximadamente 50% da gordura do coco é composta pelo ácido láurico, um ácido graxo de cadeia média que, no corpo humano, é transformado em monolaurina, um monoglicerídeo que possui ação anti-viral, anti-bacteriana e anti-protozoária, usado pelo organismo para destruir a camada lipídica de vários microorganismos como HIV, herpes, citomegalovirus, influenza, Helicobacter pylori, Listeria monocytogenes, Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae, estreptococos dos grupos A, F e G, Cândida albicans, Chlamydia, Neisseria ghonorreae, Giárdia, entre outros. Por outro lado, a monolaurina parece não exercer nenhum efeito sobre as bactérias colonizadoras do intestino, apenas em bactérias potencialmente patogênicas.
Seis a 7% dos ácidos graxos do coco são compostos pelo ácido cáprico, também transformado no organismo humano, a monocaprina, e também com propriedades antimicrobianas contra HIV, Chlamydia e herpes.
A gordura do coco leva à normalização dos lipídeos (gorduras) corporais, protege o fígado dos efeitos do álcool e aumenta a resposta imunitária contra fungos, bactérias e protozoários; também se mostrou benéfica no combate aos fatores de risco para doenças cardíacas. Uma dieta rica em óleo de coco não aumenta o colesterol e nem o risco de mortalidade ou morbidade por doença coronariana, uma vez que, tem a propriedade de aumentar a fração HDL do colesterol (“colesterol bom”).
óleo do coco extra virgem é livre de gordura trans e possui alto teor de ácidos graxos de cadeia média (ácido láurico), idênticos aos encontrados no leite humano.Além do mais, reduz o risco de doença cardíaca e coronariana, reduz o risco de câncer, regulariza o ritmo intestinal, ajuda a controlar o diabetes, aumenta os níveis de energia, melhora a digestão e absorção de nutrientes, aumenta o metabolismo, ajuda na perda de peso (ação “fat burner”), ajuda a prevenir a osteoporose, mantém a pele macia e previne o envelhecimento precoce.
Outros óleos vegetais são compostos basicamente de ácidos graxos de cadeia longa e armazenados no organismo como gordura corporal, ao contrário do óleo de coco, naturalmente usado como energia para o metabolismo.

Dr. Arnoldo Velloso
Neurologista, Geriatra e Nutrólogo - CRMDF 211

Dr. Arnoldo Velloso é médico pós-graduado em neuro-anatomia, neuroquímica de doenças hereditárias e neuropatologia na Universidade Albercht-Ludwig de Freiburg, Alemanha. Professor fundador da Clínica Neurológica da Faculdade de Medicina da Universidade da Paraíba. Participou de cursos de Fitoterapia realizado em Baden-Baden, Alemanha, de Homeopatia aplicada ao câncer e de Homotoxicologia, de Eletroacupunctura aplicada à Homeopatia e à Homotoxicologia. Incluído entre os 100 profissionais da saúde de 2006 (Top 100 Health Professionals) pelo International Biographical Centre, Cambridge, Inglaterra, está à frente da Clínica Nutricional, e têm promovido trabalhos de prevenção e promoção da saúde por meio de Terapias Ortomoleculares e Anti-envelhecimento, agregando sua vasta experiência como Neurologista, Geriatra e Nutrólogo.
·        óleo de coco extra virgem é um tipo de gordura que o corpo não converte em gordura corporal nem em placas no interior das artérias.
·        A ingestão do oléo de coco bloqueia o sistema enzimático que converte os carboidratos em gordura corporal. Os ácidos graxos provenientes do oleo de coco sâo a fonte preferida de combustível para as fibras musculares vermelhas durante o periodo de exercícios de moderada intensidade.
·        Recomendação diária: 10 a 20 gramas dia ou 2 capsulas de óleo de coco por dia.   
        
        (Fonte oleodecoco.com)




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